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Segunda-feira, 23/10/2017
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Tráfego IP mundial deverá atingir 1,6 zettabytes até 2018, aponta Cisco

cisco

Até 2018, a expectativa é que a taxa anual de conexões fixas e móveis atinja a marca de 1,6 zettabytes – um tráfego anual maior do que todo o tráfego gerado mundialmente entre 1984 e 2013. 

Por mês, o tráfego de IP global deverá ser de 132 exabytes. O valor é equivalente a 4,5 trilhões de vídeos do YouTube ou 940 quatrilhões de mensagens SMS.

De acordo com o levantamento, são três os principais fatores a impulsionar esse avanço: o maior número de usuários de dispositivos conectados, a banda larga mais rápida e o aumento de consumo de vídeos na rede. 

No período, o tráfego Wi-Fi também deverá superar o tráfego de internet cabeada pela primeira vez. Em 2013, 33% do tráfego IP foi originado de dispositivos que não eram PCs, mas o cenário deverá mudar até até 2018, quando a porcentagem de tráfego IP não-PC aumentará para 57%.

Com o tráfego dos dispositivos móveis, o Wi-Fi será responsável por gerar 61% do tráfego IP. Sozinhas, as conexões wireless serão 49% do total.

Além disso, as chamadas conexões máquina-a-máquina (M2M), que não dependem da interação de uma pessoa com o dispositivo, também deverão quase se igualar ao número de pessoas na Terra. Serão 7,3 bilhões de conexões M2M no mundo, e uma estimativa de população de 7,6 bilhões de pessoas. A previsão da taxa de crescimento de tráfego M2M é de 84% no período de 2013 a 2018.

O streaming de vídeo terá uma participação importante nesse aumento global de tráfego de dados, aponta o estudo. Em 2013, 66% de todo o tráfego IP do mundo era representado por Vídeo IP. O valor será de 79% em 2018.

Não só a participação desse tipo de dado aumentará, mas o tipo de streaming também. A expectativa é que os vídeo de resolução Ultra HD (4K) saiam do atual 0,1% de participação para 11% do tráfego de vídeo IP global. Os vídeos HD serão o maior pedaço da torta, com 52% (contra os atuais 36%).

Isso deverá ser causado por uma maior demanda doméstica de serviços de vídeo online, que deverá ter 1,9 bilhão de usuários em 2018. As videoconferências em ambinete corportativo também devem ser a área de crescimento mais rápido, com 238 milhões de usuários no mesmo ano.

Banda larga mais rápida

Para suportar todo o crescimento de tráfego, a Cisco estima que a velocidade da banda larga global também deverá mais que dobrar até 2018. A velocidade média global será de 42 Mbps, contra a média de 16 Mbps registrada no final de 2013.

As conexões mais rápidas que 10 Mbps deverão ser a maior parte (55%) do total, com países como Japão e Coreia do Sul chegando a velocidades de 100 Mbps.

Com a maior população do mundo, a região Ásia-Pacífico, inclusive, deverá ser aquela a gerar mais tráfego IP, com com 47,6 exabytes (36% do tráfego IP global) por mês. Ainda assim, os Estados Unidos deverão manter a liderança no tráfego por país, com 37 exabytes mensais de dados.

A Indía, no entanto, deverá ser o país com o maior crescimento de tráfego IP, com uma taxa anual de 39% entre 2013 e 2018. A taxa é semelhante à de toda a região do Oriente Médio e África no mesmo período, de 38%.

O Brasil deverá crescer duas vezes no período, com uma taxa anual de 20%, atingindo 3,9 exabytes por mês em 2018, contra 1,6 exabytes por mês em 2013. Haverá 142 milhões de usuários de internet no país.

Em território nacional, a média da velocidade de banda larga cresceu 23% entre 2012 e 2013, aponta a Cisco, e deve atingir 17 Mbps até 2018. Daqui a quatro anos, 71% das conexões de banda larga fixa no Brasil serão superiores a 5 Mbps.

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