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Segunda-feira, 23/10/2017
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Vivo apresenta serviço para assinatura de revistas e jornais na nuvem

Computação na nuvem

A Telefônica Vivo anunciou na manhã desta terça-feira (18) o novo serviço Nuvem do Jornaleiro, que dará acesso ilimitado aos assinantes da operadora a um acervo de 200 revistas e 40 jornais por meio de uma assinatura de R$ 3,49 por semana. "A ideia é estimular o uso do dispositivo, obviamente, mas através de uma coisa saudável, que é o incentivo à leitura", afirmou o Presidente de Telefônica Vivo, Antônio Carlos Valente. Além das revistas e jornais, os assinantes do serviço também poderão acessar o conteúdo das editorias de política, esportes, cultura e economia das agências de notícias AFP e EFE.

O serviço está disponível a partir de hoje (18) e pode ser acessado através de aplicativos gratuitos para smartphones e tablets Android e iOS, ou em PCs. A empresa afirma que está trabalhando em versões para os sistemas operacionais Windows Phone e Firefox OS, que devem ser lançadas nos próximos meses.

O usuário terá acesso às doze últimas edições de qualquer publicação, que serão substituídas conforme novas edições chegam às bancas. É possível baixar o conteúdo em PDF para uma estante virtual no seu dispositivo, o que dará acesso offline às publicações. No entanto, os jornais e revistas serão substituídos por novos conforme novas edições forem lançadas.

VivoPresidente da Telefônica Vivo, Antônio Carlos Valente, fala durante apresentação do serviço Nuvem do Jornaleiro nesta terça-feira (Foto: Rafael Romer/Canaltech)

Entre o material disponível estão títulos como as revistas Caras, Scientific American, Viaje Sempre, Casa & Decoração, além de jornais como Correio da Bahia, O Dia e Brasil Econômico. Questionado sobre a ausência de alguns dos jornais e revistas de maior circulação no país, como os jornais O Estado de S.Paulo, a Folha de S.Paulo e o O Globo, Valente afirmou que as negociações continuam ocorrendo e a expectativa é que mais veículos se juntem à plataforma com o tempo.

A Vivo não abriu detalhes quanto ao modelo de negócio da Nuvem do Jornaleiro, mas cada publicação presente na plataforma deverá ser remunerada de duas formas: pelo simples fato de estar presente na plataforma e pelo número de visualizações que receber. Há uma curadoria que será responsável por analisar publicações que desejarem entrar na Nuvem do Jornaleiro, mas ainda não há perspectivas de que o serviço aceitará veículos de publicação independente.

O serviço foi desevolvido no Brasil em parceria com o Grupo Gol, que também trabalhou com a Telefônica Vivo no lançamento da plataforma Nuvem de Livros da empresa. De acordo com a empresa, já há previsão para o lançamento do serviço em mais cinco países da América Latina (Argentina, Chile, Colômbia, México e Peru), além da Espanha, até o final deste ano.

De acordo com Valente, o novo serviço faz parte da nova estratégia da Telefônica Vivo de expansão dos chamados serviços "over the top", com plataformas que agregam valor sobre os serviços de telefonia e dados da empresa. A companhia afirma que de janeiro a setembro de 2013, as receitas dos chamados Serviços de Valor Agregado (SVAs), entre os quais está o lançado hoje, tiveram um crescimento de 27,6% em relação ao mesmo período de 2012, alcançando um valor de R$ 824 milhões. Entre os cerca de 60 serviços SVA ofertados pela empresa, estão o   de streaming de músicas Vivo Música by Napster, a biblioteca virtual Nuvem de Livros e o sistema de cartões de crédito pré-pagos Zuum, criado em parceira com a MasterCard.

Investimentos no Brasil

De acordo com Valente, o mercado de Telecom deve seguir a tendência global de consolidação que acontece atualmente em regiões como a Europa e os Estados Unidos. "Nós temos uma situação que está sendo vivenciada em praticamente todos os países do mundo, que é um crescimento muito forte no tráfego de dados", afirmou. "E esse crescimento exige investimentos excepcionalmente altos de redes". 

Apesar de nem todas as operadoras de telecom que atuam no país terem fechado seus balanços de 2013, Valente estima que os investimentos das cinco principais empresas da área (Vivo, Claro, Tim, Oi e GVT) tenham ficado por volta de R$ 23 a R$ 24 bilhões no ano passado. "São investimentos gigantescos".

Questionado sobre o cenário econômico de pessimismo que roda a economia brasileira, Valente afirmou que a Vivo deve manter seus altos investimentos durante o ano de 2014 e que a empresa já enfrentou outros períodos de crise no país sem reduzir operações, mirando no médio e longo prazo.

O executivo, no entando, não fez comentários sobre a visita e declarações do CEO da Italia Telecom, Marco Patuano, ao Brasil. Patuano participou de uma reunião com o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, na na manhã desta terça-feira em Brasília, e negou intenções de vender o braço da empresa italiana no país, a TIM, reforçando que a operadora deve receber novos investimentos neste ano.

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